Curso Avançado de Fisioterapia Vestibular

Ênfase V.P.P.B. Vertigem Posicional Paroxística Benigna

A quem se destina

Fisioterapeutas, estudantes de fisioterapia, médicos e estudantes de medicina.

Por que fazer o curso?

De acordo com as últimas diretrizes internacionais de VPPB (Guideline 2017), a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) é o problema mais comum que afeta o labirinto e provoca tontura do tipo rotatória (vertigem). É definida como um distúrbio vestibular caracterizado por episódios repetidos de vertigem quando a pessoa muda de posição no espaço. Dada a prevalência da VPPB, seus impactos na saúde e na sociedade são tremendos. Uma queixa primária de tontura é responsável por cerca de 5,6 milhões de visitas clínicas nos Estados Unidos por ano e entre 17% a 42% por cento dos pacientes com vertigem acabam recebendo um diagnóstico de VPPB. Quase 86% dos pacientes com VPPB sofrem alguma interrupção em suas atividades diárias e perdem dias no trabalho; 68% dos pacientes com VPPB reduzirão sua carga horária de trabalho, enquanto 4% terão que mudar de emprego e 6% abandonarão seus cargos por causa desta condição.

A VPPB é mais comum em indivíduos idosos, os quais apresentam um impacto mais pronunciado na saúde e qualidade de vida. Pacientes idosos com VPPB apresentam maior incidência de quedas, depressão e prejuízos de suas atividades diárias. Com o aumento do envelhecimento da população americana, a incidência e a prevalência da VPPB podem aumentar proporcionalmente nos próximos 20 anos. Estima-se que custa aproximadamente US$ 2.000 para se diagnosticar a VPPB e que mais de 65% dos casos são submetidos à testes diagnósticos potencialmente desnecessários, assim como intervenções terapêuticas sem efeito. Os custos da assistência médica e hospitalar associados ao diagnóstico de VPPB, se aproximam de US$ 2 bilhões por ano.

Quais são os sintomas mais comuns na VPPB?

Episódios de vertigem ou sensações de ver o mundo girar;
Náusea (às vezes, vômito);
Grave sensação de desorientação no espaço ou instabilidade postural.

Propostas do Curso

  • DIAGNÓSTICO DE VPPB DO CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR (CSC POST):
    Principais causas de VPPB. Os profissionais devem diagnosticar VPPB-CSC POST quando se deparam com vertigem associada à nistagmo torsional e batendo para cima, após a manobra de Dix-Hallpike. Existe VPPB do canal semicircular anterior?
    DIAGNÓSTICO DE VPPB DO CANAL SEMICIRCULAR LATERAL (CSC LAT):
    Se o paciente tem uma história compatível com VPPB e a manobra de Dix-Hallpike apresenta nistagmo horizontal ou sem nistagmo, o profissional deve realizar outra manobra para avaliar a possibilidade de VPPB do CSC LAT.
    DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:
    Deve-se diferenciar a VPPB de outras causas de desequilíbrio, tontura e vertigem; VPPB típica e atípica; Cúpula leve (“light cupula”).
  • FATORES ASSOCIADOS:
    Profissionais devem avaliar fatores que podem modificar a abordagem nesses pacientes, incluindo a instabilidade postural, distúrbios de origem central, falta de suporte domiciliar e aumento do risco de queda.
  • EXAMES RADIOLÓGICOS:
    É realmente necessária a realização de exames radiológicos (ex: tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética de crânio ou da região cervical) para se obter o diagnóstico de VPPB? Em quais situações se aplica?
  • AVALIAÇÃO OTONEUROLÓGICA COMPLETA:
    Para se chegar ao diagnóstico de VPPB, é necessário fazer toda a rotina de provas otoneurológicas tradicionais? E no setor de emergência hospitalar, podemos capacitar a equipe de plantão para a abordagem inicial?
  • MANOBRAS DE REPOSIÇÃO OU MEDICAMENTO COMO TRATAMENTO INICIAL:
    A redução dos sinais e sintomas da VPPB depende de controle medicamentoso ou de indicação e realização de manobras específicas para cada caso? No caso de manobras, faço uma ou mais? Existem protocolos eficazes? O paciente pode fazer manobra sozinho em sua casa? São seguras para o paciente?
  • RESTRIÇÕES PÓS-TRATAMENTO:
    Na indicação e aplicação de manobras para uma VPPB específica, devemos recomendar restrições pós-terapêuticas aos pacientes?
  • EXERCÍCIOS VESTIBULARES (CINESIOTERAPIA):
    Procede a indicação de cinesioterapia para o tratamento da VPPB?
  • REAVALIAÇÃO DO PACIENTE:
    Qual o período ideal para reavaliar o paciente tratado de VPPB? É necessário?
  • SINTOMAS PERSISTENTES E FALHA NO TRATAMENTO:
    Quais as condições em que o profissional deve reavaliar, encaminhar ou realizar novamente a abordagem no paciente com VPPB? A 25-hidroxi vitamina D tem influência no prognóstico da VPPB? “PARECE, MAS NÃO É” Existe possibilidade de ser uma “falsa” VPPB? Como identificar casos que simulam VPPB (“BPPV mimicking”)? Pode ser um quadro de origem central, como identificar e encaminhar ao especialista?
  • EDUCAÇÃO:
    Profissionais devem educar seus pacientes sobre o impacto da VPPB sobre a sua segurança, os potenciais riscos de recidivas e a importância do acompanhamento (“follow-up”).

Matricule-se

Nível do conteúdo: Avançado  

Data: 02 e 03 de Novembro/2019

Local: Rio de Janeiro/RJ 

Carga-horária: 15 h [dia 19: 8h-18h :: dia 20: 8h – 14h]

Valor:  R$ 1.000,00 (à vista) ou R$ 1.200,00 (parcelado em até 3x)

Whatsapp – Clique aqui e entre em contato por mensagem (21) 99944-0909

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